10:40hs
Fechamento Ásia:
Shangai Composite -1,51%
Nikkei -1,65%
Europa
DAX -0,78%
FTSE +0,44%
EUA
Bolsas americanas abriram agora a pouco. Dow Jones sobe 0,09%.
Brasil
Principal índice da bolsa de São Paulo, opera em baixa de 0,13%. No momento a queda pequena vem sendo sustentada pela Petrobras que sobe mais de 3%, com anúncio de nova descoberta no Espirito Santo.
11:00hs
Destaque negativo na abertura da bolsa americana foram as ações da fabricante de computadores norte-americana Hewlett-Packard (HP) que depois que a empresa divulgou, ontem à noite, seu balanço trimestral, com lucro abaixo do esperado, apresentam uma queda de quase 1%.
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Hewlett-Packard - Gráf. Diário
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No Brasil além da PETR4, subindo forte (+ de 3%), o setor siderurgico continua mostrando muita força compradora. GGBR4 alcança a cotação de 84,96 reais (+0,71%) e a CSNA3 passa a operar também no campo positivo, sendo negociada nos 84,00 (+0,06%)
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GGBR4 - Gráf. Diário
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CSNA3 - Gráf. Diário
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11:45hs
Petróleo volta a atingir nova máxima em Nova Yorke. No momento a commodity flerta com os 130 dólares.
O movimento de alta está sendo puxado pelo receio dos investidores de que o fornecimento da commodity não seja suficiente para sustentar o aumento da
demanda global por energia, principalmente depois que dos comentários do presidente da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Chakib
Khelil, de que a entidade não deve aumentar a produção diária do óleo em sua próxima reunião em setembro.
Além disso, o banco de investimentos norte-americano Goldman Sachs previu que em Nova York o barril será negociado em torno de US$ 141 no segundo semestre deste ano.
Já o investidor de petróleo norte-americano Boone Pickens, que comanda o fundo BP Capital, defendeu ontem que os contratos futuros em Nova York devem chegar a US$ 150 por barril antes do final deste ano, refletindo a desaceleração na oferta, segundo informações de agências internacionais.
Outro fator que está impulsionando os preços da commodity é o enfraquecimento do dólar nos mercados internacionais.
Fonte: Agência Leia
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Petróleo NY - Gráf. Diário
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12:20hs
Fluxos
Os estrangeiros continuam com o saldo positivo na Bovespa, muito próxximo dos R$3 Bilhões (até 16/05). Como podemos observar no gráfico abaixo alinha azul dos gringos mantém a tendência de alta fazendo pivots ascendentes.
Na BMF, por outro lado, os estrangeiros ainda não refletiram o investment grade e toda a alta mostrada pelo Ibov desde o início do mês.
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Fluxo Bovespa
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Fluxo BMF
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12:40hs
Atenções devem se voltar na parte da tarde, para o anúncio da ata do Federal Reserve sobre sua última reunião.
Depois dos dados sobre a inflação americana divulgados ontem mostrarem uma queda maior do que a expectativa (PPI- índice de preço ao produtor foi de 0,20%), muito se especula no mercado que o Banco Central americano irá sinalizar que a série de baixas dos juros dos EUA está próxima do fim.
Caso isso ocorra, será interessante observarmos como reagiram os mercados americanos. No momento, DJI -0,54%, S&P500 -0,27%, Nasdaq -0,24%.
13:00hs
Antes do almoço não poderia de deixar de publicar essa notícia:
MOODY’S: Falha em computador gerou rating "Aaa" errado, segundo FT
São Paulo, 21 de maio de 2008 - A agência de classificação de risco Moody’s Investor Service teria atribuído por engano o rating "Aaa" a um derivativo de crédito complexo nos Estados Unidos, devido a um erro de computador, segundo noticiou hoje o jornal britânico "Financial Times".
Um erro de código teria gerado a classificação errada para a obrigação de dívida de longo-prazo, que movimenta bilhões de dólares, conhecida como Constant Proportion Debt Obligations (CPDO), em 2006. No ano passado, o rating foi rebaixado.
Há pouco, as ações da agência recuavam 13,41%, a US$ 38,01.
Já pensaram se se descobre que um computador da Standard & Poor’s cometeu o mesmo erro no final do mês passado com a nota de um país em denvolvimento ? Nossa ! A correria seria enorme.
14:40hs
Após perder a LTA de curto prazo, o Dow Jones testa hoje o importantissimo suporte dos 12700 pontos. Nessa região, conforme já foi exaustivamente comentado aqui no blog, além de representar um suporte horizontal configurado pelos topos anteriores formados em Fevereiro e Março, passa a neck line da figura do OCO (ombro-cabeça-ombro) formado no ano passado.
A perda deste patamar levaria o índice americano novamente para dentro da congestão que vai dos 12700 até os 11700. Mudando radicalmente a perspectiva no curto prazo.
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Dow Jones - Gráf. Diário
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15:00hs
Quando temos uma saída de recursos estrangeiros da nossa bolsa e a consequente queda do Ibov, o dólar costuma se comportar de forma inversa e se valorizar.
Hoje o dólar futuro trabalha na região negativa desde o ínicio das negociações (agora caindo 0,18%, cotado a R$1,65) mesmo com o Ibov mostrando fraqueza (-0,30%, 73300 pontos).
Diante desse contraponto, podemos concluir que os gringos não estão vendendo de forma relevante nossos ativos e que portanto a atual correção (até o momento) parece ser apenas um ajuste ? Conclua você mesmo…
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Dólar Futuro - Gráf. Diário
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16:00hs
Ata do Fed -
O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (Fed) divulgou, há pouco, a ata de sua última reunião de política monetária, realizada nos dias 29 e 30 de abril, quando a instituição decidiu reduzir a taxa básica de juros norte-americana em 0,25 ponto percentual para 2% ao ano. Na ata, o banco central norte-americano afirmou que a decisão de cortar os juros foi difícil, sinalizando que pode parar com as reduções.
"Vários membros notaram que dificilmente seria apropriado uma redução na taxa em resposta as informações que indicavam poderia desacelerar mais ou até contrair no curto-prazo", afirma a ata. O Fed aumentou ainda sua perspectiva de inflação, neste ano, e também para a taxa de desemprego, ao passo que reduziu a previsão de crescimento econômico.
De acordo com o FOMC, a economia dos Estados Unidos permaneceu fraca neste ano, com a maior deterioração nos mercados de trabalho e imobiliário, e também com o enfraquecimento da atividade industrial. O comitê notou ainda uma desaceleração nos gastos de consumidores, assim como nos investimentos
empresariais.
Por outro lado, a ata destaca que a inflação permanece elevada nos EUA e o crescimento nos preços de alimentos, no curto-prazo, deve elevar o índice de preços ao consumidor. Os indicadores de expectativa de inflação também apresentam alta.
O FOMC espera, entretanto, que a inflação desacelere nos próximos trimestres, mas afirma que as incertezas sobre esta perspectiva são grandes. "Será necessário continuar monitorando o desenvolvimento da inflação cuidadosamente", pondera a instituição na ata.
O comitê avaliou também que os mercados financeiros continuam sob um "estresse" e que as condições continuam fracas, apesar de terem demonstrado alguma melhora. A restrição do crédito e a maior contração no setor imobiliário devem pesar sobre o crescimento nos próximos trimestres, levando ao maior enfraquecimento da perspectiva econômica.
O Fed avaliou também que a flexibilização da política monetária, combinada com as medidas para injetar liquidez no mercado, devem ajudar a promover o crescimento moderado da economia e combater os riscos que ameaçam a atividade econômica. O banco central norte-americano disse também que "o FOMC irá agir quando necessário para promover o crescimento econômico sustentado e a estabilidade dos preços".
Fonte: Agência Leia
A repercussão nos mercados foi imediata, tanto nos EUA como aqui no Brasil. O DJI já cai 1,56% e o Ibov que até então vinha resistindo, já perde 1,42%.
17:40hs
Com a sinalização do Fed que os cortes dos juros devem ter acabado e com uma alta impressionante de mais de 3% do petróleo (US$ 133,72), as bolsas americanas apresentaram fortes quedas. O índice Dow Jones caiu 1,77% aos 12.601,19 pontos. O Nasdaq Composto recuou 1,76%, aos 2.448,27 pontos, e o S&P 500 desvalorizou 1,60% com 1.390,71 pontos.
Aqui no Brasil , o Ibovespa recuou 1,66%, chegando aos 72.294 pontos. O volume financeiro da Bolsa foi de R$ 7,56 bilhões. O risco Brasil, medido pelo banco norte-americano JP Morgan, fechou o dia em alta de 0,48% para 208 pontos. Já o Global 40, principal título da dívida brasileira negociado no exterior, caiu 0,14% para 136,75% do valor de face.
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